Como precificar suas Aulas de Música

Nós, Professores de Música empreendedores, muitas vezes ficamos confusos sobre o valor da nossa hora-aula, não é mesmo? Nesse post vou te dar orientações para você, de Como Precificar suas Aulas de Música!

Primeiramente, é importante saber que quando cobramos o valor justo pelo nosso trabalho, nós conseguimos ter:

  • uma empresa sustentável
  • nosso lucro aumenta
  • expandimos nosso negócio
  • temos liberdade financeira

Agora, vou te contar Como Precificar suas Aulas de Música:

Como precificar suas Aulas de Música
Como precificar suas Aulas de Música | Foto: Unsplash

Primeiro passo: defina seus custos

Quais são seus custos?

Temos custos fixos, como: aluguel, condomínio, internet, contador, Social Media, alimentação, impostos, etc.

E também temos custos variáveis como: livros, impressões, compras e concertos de instrumentos, cursos, etc.

Então, primeiro de tudo é importante listar e somar todos esses custos.

Segundo passo: calcule seu lucro

Com o valor do seu custo mensal definido, é hora de ver quanto você está lucrando.

A conta é básica:

FATURAMENTO (valor total das mensalidades dos alunos) – CUSTO = LUCRO

Se o seu lucro está bom e justo para você, ótimo.

Se não, está na hora de rever o valor da sua hora-aula, definir qual lucro você precisa ter para poder ter a vida que você quer e ajusta os valores da sua mensalidade.

Terceiro passo: defina seu pró-labore

Se você é um(a) Professor(a) empreendedor, você tem uma empresa.

Por isso, defina seu pró-labore para você ter suas finanças organizadas. Dessa forma você consegue ter uma reserva de emergência e 13º.

Por exemplo: vamos supor que o seu seu lucro é 7.800$ e seu pró-labore é de 6.500$.

Nesse cenário você guardará 650$/mês em sua reserva de emergência. Em 12 meses você terá 7.800$. Essa reserva serve para: concertar instrumentos, comprar novos materiais, trocar seu computador, etc.

Você também guardará outros 650$ por mês para o seu 13º salário, assim, no final do ano você terá 7.800$!

Além disso…

Você precisa ter um MEI e um CNPJ – isso gera autoridade, você paga INSS, fica organizado perante as leis, tem uma segurança, etc.

Outra dica é ter 2 contas bancárias: uma para Pessoa Física e outra para Pessoa Jurídica.

E você, já faz tudo isso por aí?

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